A Orguel completa 63 anos ampliando presença em obras de infraestrutura de maior complexidade. A empresa mineira atua com soluções de acesso, escoramento e engenharia em projetos de mobilidade urbana, logística, mineração, indústria e energia.
Nos últimos anos, a companhia participou de empreendimentos como a expansão do metrô de Belo Horizonte, intervenções na ponte sobre o Rio Doce, no Espírito Santo, obras no porto de Ubu e atividades na Rodovia Via Dutra, em São Paulo.
O que a empresa fornece às obras
- Sistemas de acesso para áreas de difícil alcance.
- Escoramentos para construção, inspeção e manutenção.
- Soluções de engenharia para etapas simultâneas de obra.
- Planejamento técnico para reduzir riscos operacionais.
- Ferramentas digitais voltadas a produtividade e rastreabilidade.
A demanda por estruturas temporárias mais sofisticadas cresce à medida que obras pesadas ficam mais complexas e pressionadas por cronogramas.
BIM e IA entram na operação
Segundo Sérgio Guerra, CEO da Orguel, a evolução do setor passa por digitalização, modelagem tridimensional, automação de processos e uso de dados para planejamento e controle.
Na empresa, essa transformação aparece no uso de BIM, inteligência artificial, soluções industrializadas e tecnologias voltadas à segurança operacional.
Para o executivo, a discussão deixou de ser apenas sobre capacidade de montar uma estrutura de acesso. Hoje, projetos exigem integração entre engenharia, logística, segurança, tecnologia e previsibilidade.
Infraestrutura pede menos improviso
Obras de grande porte podem sofrer atrasos e aumento de custos quando etapas temporárias não são bem planejadas. Por isso, reduzir tempo de montagem, rastrear ativos e antecipar interferências ganhou importância direta nos resultados.
Com mais projetos de infraestrutura em andamento no país, fornecedores especializados passam a ocupar papel estratégico. A eficiência das estruturas de apoio pode influenciar produtividade, segurança e continuidade das intervenções.